Palestras - 2 de novembro - Finados 2014
2 de novembro - Finados 2014
PALESTRA:   ENCONTROS E DESPEDIDAS
 
 
Bom dia a todos!
 
Nesta data tão especial, onde comemoramos o Dia de Finados, lembrei-me de um ensinamento de Meishu Sama onde ele respondia uma pergunta:
 
“O fato de alguém ter ingres­sado na Messiânica quer dizer que teve permissão de Deus para receber uma nova vida?
            Resposta de Meishu Sama: Sim. Isso mesmo! Deus consentiu que lhe fosse acrescentado mais um pouco de tempo, prolongando dessa forma a sua existência terrena. Tal circunstância resulta do enorme es­forço feito por algum antepassado para salvar esse seu descendente. Mesmo quando alguém se torna messiâ­nico, por acaso, por um determinado tempo, é tam­bém resultado de anos de trabalho de um ancestral mais evoluído espiritualmente.”
 
Vejam o tamanho de nossa responsabilidade. Estamos hoje tendo a permissão de ministrar Johrei  após sermos escolhidos pelos nossos ancestrais para esta tão importante missão. Não podemos perder tempo com mazelas, ciúmes e vaidades. Nosso Servir vai ajudar a transformar a vida de muitas pessoas e consequentemente honrar a confiança que nossos antepassados depositaram na gente.
 
Quantos antepassados estão felizes neste culto, porque estão presentes, acompanhando seus descendentes nesta cerimônia. Quantos ainda estão lá fora, querendo participar, mas aguardam a entrada de seus familiares e amigos, mas muitos não estão presentes. Foi um encontro marcado e alguém faltou.
 
Não podemos mais negligenciar nossa missão. Não podemos deixar nossa ancestralidade desconfortável com nossa falta de compromisso. Pensemos em nossa missão! Quanta responsabilidade! Porque no plano espiritual, o trabalho dos antepassados é intenso em fazer com que encontremos outras pessoas com afinidades com esta Obra. Lutam intensamente contra todas as adversidades, para promover o encontro de  seus descendentes conosco, para conduzi-los até aqui.
 
A alma não tem segredo que o comportamento não revele.
 
Hoje, podemos nos lembrar de entes queridos que já partiram, sem mágoas, sem revoltas, sem apegos, apenas a saudade de momentos felizes vividos juntos. A ambição universal dos homens é viver colhendo o que nunca plantaram. Por isso, cuidado com suas palavras, suas ações e seus pensamentos.
“O trem que chega é o mesmo trem da partida”. Diz Milton Nascimento em uma música chamada ‘Encontros e Despedidas’.
Se nos deixarmos levar pela letra dessa canção, permitindo que nossa mente viaje nas ondas da interpretação, poderemos nos deparar com uma questão que acompanha todo ser vivo, sem exceção: a morte!
 
Afinal, o que nos aguarda do outro lado? Essa outra dimensão, de fato, existe?
Para aqueles mais holísticos, não há dúvidas que a nossa existência se perpetua em meio a aprendizados e incontáveis encarnações, porém, há aqueles que sustentam fortemente a opinião de que a nossa vida é aqui e agora. E acabou.
 
Vamos refletir e considerar  a hipótese que, no mesmo momento que nos despedimos de algum ente querido, este pode ser recebido por outras tantas pessoas ‘do lado de lá’? Imaginem uma criança que, ainda jovem, perdeu seus pais. Ela cresce, casa-se, constitui família e, no momento de sua morte, ao mesmo tempo em que sente a dor de abandonar seus filhos, regozija-se com a esperança de reencontrar as pessoas que a trouxeram ao mundo.
 
O sentimento gerado quando desenhamos esta situação é totalmente contrastante. O medo do desconhecido e a vontade de desbravar o novo, a alegria e a tristeza, a insegurança e a coragem, todos, neste momento único e inevitável, passam a conviver lado a lado e em perfeita sintonia.
 
É natural que desejemos saber o que nos espera no futuro, que busquemos respostas e alimentemos dúvidas e divagações, contudo, sugiro que não desperdice muito tempo se preocupando com essas questões. Não permita que essa projeção futura o impeça de viver o instante de ‘agora’. Saiba valorizar cada oportunidade e cada novo amanhecer e, não tenha dúvida, que no momento do fim (ou do começo…) as situações se desenrolarão da melhor maneira possível e você, com a sabedoria que está adormecida no seu interior, saberá perfeitamente como agir.
Joan Baez, diz que: “Não podemos escolher como vamos morrer. Ou quando. Podemos somente decidir como vamos viver.”
 
Emmanuel nos brinda, numa  psicografia transcrita  Francisco Cândido Xavier, com uma mensagem a respeito do assunto. Diz assim: Eles Vivem
 
“ Ante os que partiram, precedendo-te na Grande Mudança, não permitas que o desespero te ensombre o coração.
Eles não morreram. Estão vivos.
Compartilham-te as aflições, quando te lastimas sem consolo.
Inquietam-se com a tua rendição aos desafios da angústia, quando te afastas da confiança em Deus.
Eles sabem igualmente quanto dói a separação.
Conhecem o pranto da despedida e te recordam as mãos trementes no adeus, conservando na acústica do Espírito as palavras que pronunciaste, quando não mais conseguiam responder às interpelações que articulaste no auge da amargura.
Não admitas estejam eles indiferentes ao teu caminho ou à tua dor.
Eles percebem quanto te custa a readaptação ao mundo e à existência terrestre sem eles e quase sempre se transformam em cireneus de ternura incessante, amparando-te o trabalho de renovação ou enxugando-te as lágrimas quando tateias a lousa ou lhes enfeita a memória perguntando por quê.
Pensa neles com saudade convertida em oração.
As tuas preces de amor representam acordes de esperança e devotamento, despertando-os para visões mais altas da vida.
Quanto puderes, realiza por eles, as tarefas em que estimariam prosseguir e tê-los-ás contigo por infatigáveis zeladores de teus dias.
Se muitos deles são teu refúgio e inspiração nas atividades a que te prendes no mundo, para muitos outros deles és o apoio e o incentivo para a elevação que se lhe faz necessária.
Quando te disponhas a buscar os entes queridos domiciliados no Mais Além, não te detenhas na terra que lhes resguarda as últimas relíquias da experiência no plano material.
Contempla os céus em que mundos inumeráveis nos falam da união sem adeus e ouvirás a voz deles no próprio coração, a dizer-te que não caminharam na direção da noite mas sim ao encontro de Novo Despertar.”
 
Vamos refletir sobre quem somos nós e porque estamos aqui. Nós que recebemos o ohikari, fomos aqui conduzidos para cumprirmos uma missão, onde nossos ancestrais e antepassados também estão incluídos, mas não aprisionados, porque eles não podem ser escravizados na missão. Eles nos encaminham ao encontro de Meishu Sama e, por afinidade, podemos nos dedicar de corpo e alma no Servir.
Não podemos deixar nada nem ninguém nos desviar da Verdade e da Justiça. Se pessoas surgem para nos tirar do Caminho, usemos sempre de bom senso para quebrar esta força negativa. Nós somos filhos de Deus Supremo! E como diz Meishu Sama: “ Um filho de Deus, querido e amado, no céu, vergonha não sente, na terra, com nada se amedronta.”
 
Encaminhar pessoas significa que almas se reencontraram, por isso, receber pessoas de primeira vez no Templo, é uma honra para nós, pois, não sabemos quem chega e o porque chega, mas temos que pensar no para que chega.
 
 
Muito Obrigado a todos e que Deus e Meishu Sama abençoem a todos!!!                                                    
 
 
 
                       Reverendo Dorgival   
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