Palestras - Agosto de 2015
Agosto de 2015
PALESTRA:  Ensinai a oração, orando; anunciai a Fé, acreditando; daí testemunho, vivendo.
 
 
Boa noite a Todos!
 
 
No mês passado, iniciamos uma atividade chamada Dia da Família, coordenado pelo setor de Expansão e  finalizando com o Culto da Prosperidade. Tivemos a oportunidade de receber o Padre Mauro Domesi e dentre algumas coisas que ele disse, uma em especial me chamou a atenção,  quando ele deu a definição da palavra família, que deriva do latim Famulus, que significa Servidor. Sempre nos referimos aos dedicantes na Arte do Johrei como servidores, por isso, me chamou a atenção esta definição.  No salmo de hoje, AMOR AO PRÓXIMO, diz assim:
 
“ Para corresponder ao coração de Deus, seja uma pessoa
que sempre deseja a felicidade do outro. Quem participa desta Obra Divina sem precedentes deve abandonar o coração estreito.”
 
Prestem atenção nestas palavras de Meishu Sama! Elas definem bem o que é ser um servidor. Muitas pessoas, dizendo-se religiosas, ficam presos a uma forma negativa de servir.
Muitas vezes, com uma conversa é possível saber se o estado de espírito do servidor  está bom ou não. Quando não está bom, a pessoa não consegue encarar a outra. Os olhos representam o coração. Se não estiverem firmes, centralizados, o coração também não está.
 
Nesse caso também, aparecem muitas coisas que fogem do principal objetivo e também começa a criar desarmonia. Se acontecer uma vez ou outra, não há problemas mas se acontecer freqüentemente é um aviso. Na outra parte do salmo de hoje temos: “ Cercada pelos grilhões de ilimitados apetites, não consegue, ó triste criatura, nem mover-se.”
 
Muitas pessoas mostram-se devotadas, mascaram sua real essência, se apresentam às vezes como vítimas de incompreensões e de malfeitos, sempre se justificando. Na Obra Divina, não podemos nos deter por este vitimismo barato, ressentimentos ou temores. Toda esta situação passa, se esgota, resta apenas Deus e Meishu Sama.  Só podem alcançar um despertar verdadeiro, quando se despirem de todo egoísmo, vaidade e desejo de poder, custe o que custar.
 
Pessoas assim, não tem medo de criar inferno a sua volta. Recebem avisos, através de sinais que devem mudar, mas a percepção está falha e não prestam atenção nestes sinais. Quando recebemos alertas, é para mostrar que podemos estar fracassando espiritualmente. Esse fracasso pode ser motivado por alguma preocupação, alguma doença ou algum problema familiar.
Um Reverendo pioneiro citou numa aula, alguns sintomas deste fracasso espiritual:
 
Fica irritado.
Começa a criticar muito, a enxergar o lado negativo das pessoas.
Não consegue perdoar.  Começa a ficar indeciso.
Sente peso nos ombros, o corpo fica pesado, vem o desânimo.
Se machuca muito. Sofre acidentes. Isso porque a aura diminui. Se a aura estiver forte, protege e a pessoa não se acidenta.
Perde a confiança em si próprio. Fica complexado.
Fica pálido e o olhar perde a força. Fica irrequieto.
O pior de tudo é que começa a fugir da Luz. Não sente vontade de ministrar ou receber Johrei, mesmo que preciso. Arranja desculpas para não assistir a Cultos e aulas.
Tem medo de encontrar com seu Superior.
Procura beber. Fica com insônia.  
 
Um trecho do ensinamento de hoje diz: “ Outra conclusão evidente é que, se o espírito não tiver  mérito para ocupar um lugar no Céu, mesmo que se julgue agraciado, será estado aparente e temporário.” Não adianta querer um lugar no céu se não tiver mérito!
 
Na fé, por mais que sejamos atacados, por mais tempestades que possamos enfrentar, precisamos, permanecer fiéis ao servir, focados diretamente na Luz Divina e em Meishu Sama. Não podemos culpar nem transferir responsabilidades.
 
Só quem vive em Meishu Sama, promove, defende e edifica a Igreja com sua santidade, com sua essência divina. Por isso nós Servidores de Meishu Sama, temos que ser exemplos e utilizando-me das palavras do Papa Francisco, quando transmitiu com absoluta clareza o que ele espera dos padres da Igreja católica: “ Ensinai a oração, orando; anunciai a Fé, acreditando; dai testemunho, vivendo.”
 
Precisamos fazer da Arte do Johrei um marco religioso, onde as pessoas possam receber o afago espiritual que tanto buscam. Uma igreja em oração, é uma igreja sólida. Um messiânico que ora e serve com gratidão, é um servidor protegido, guardado por Deus e nunca está sozinho. Eu sempre digo que precisamos ser uma prova viva da fé que professamos. Uma igreja ou um servidor sem um testemunho, é como árvore ressequida que não dá mais frutos ou um poço que não dá mais água.
 
Muitas pessoas que aqui chegam, são acolhidas, recebem graças. Infelizmente também muitos se esquecem das graças recebidas, se esquecem da Igreja, se esquecem de Meishu Sama. Temos também as pessoas que assumem uma missão religiosa, não importa o titulo ou posição. A vocação religiosa não é uma questão de mérito pessoal, é antes de tudo um dom de Deus.
 
O Papa Francisco também disse que ter a consciência de que somos todos objetos da generosidade de Deus é um santo remédio contra o Alzheimer espiritual, que é quando perdemos a memória de quem somos e de onde viemos. Nos esquecemos de nossa história e passamos a dar excessiva importância a nossas coisas pessoais, perdendo o sentido da missão a que fomos chamados e nos consagramos, que é o Servir. A nossa  vida  tem que ter duas características fundamentais: Espírito de Servir e alegria. Notamos muitas vezes uma falta de servir impressionante, achamos desculpas como estou cansado, tenho uma festa para ir, as pessoas me cansam, me sugam, as pessoas não me compreendem, etc.
 
Quando uma pessoa está em queda espiritual, fica cada vez mais triste e a tendência é cair mais ainda. Se a pessoa conseguir perceber que está em fracasso espiritual, tudo começa a mudar, automaticamente. Vem o fortalecimento do espírito. Se for motivado por purificação violenta, vai devagar. Se a purificação for moral, material, pelo pensamento, uma vez despertando, a situação muda de uma hora para outra; a aura também, de um segundo para outro; recebendo Luz, ela aumenta.
 
Vamos relembrar como chegamos aqui, vamos relembrar nossa história. Um dia estávamos perdidos, sem rumo, com nossas dores, nossas misérias e nossos sofrimentos. Meishu Sama não silenciou nosso choro, antes, utilizando-se de alguém, o fez se aproximar e perguntar o que poderia fazer por nós. Graças a esse alguém que nos disse: Vem, coragem, levanta-te!, estamos aqui. Meishu Sama se fez presente neste alguém que nos estendeu a mão.
 
 Aos poucos fomos sentindo um amor misericordioso, Crístico, transformador que nos permitiu ver a luz no fim do túnel. Fomos aos poucos experimentando uma sensação de paz. A cada johrei recebido, cada palavra trocada, conseguimos renascer.
 
Vamos despertar! Chegou a hora de retribuir a Meishu Sama o que Ele nos devolveu: Vida e esperança! Vamos também oferecer nossas mãos e estender nosso apoio a quem precisa como alguém um dia fez conosco. Vamos acolher, vamos evangelizar, vamos levar Meishu Sama através de nossa presença. Lembrem-se postura tem que estar aliada a palavra, se estiverem separadas, não são nada.
 
E Nunca se esqueçam; aqueles quem tem a promessa de Deus em seu caminho, permaneçam fiéis, não precisar dar jeitinho para saírem vitoriosos.
 
 
Que Deus e Meishu Sama abençoem a todos!!!                                                                                     
                                                      Reverendo Dorgival     
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