Palestras - Palestra do Culto do Paraíso 2016
Palestra do Culto do Paraíso 2016

PALESTRA:  Meishu-Sama não escolhe os preparados, mas prepara e ensina  os escolhidos.
 
 
Bom dia  a todos!
 
Na madrugada de 15 de junho de 1931, Meishu Sama, acompanhado de sua esposa e 28 discípulos subiu ao Monte Nokoguiri para aguardar o nascer do Sol e fazer oração.
Ao alvorecer, recebeu a extraordinária revelação de que se aproximava a Era do dia, marco inicial de uma nova civilização. Dias mais tarde, instalou-se em seu ventre uma "Bola de Luz", conhecida em sânscrito como Cintamani cujo significado é "força capaz de realizar todas as vontades".
 
No momento em que a Aurora começou a despontar, Meishu Sama a recebeu e passou a usufruir um poder capaz de concretizar a estrutura do Reino do Céu na Terra, oferecendo assim aos homens meios concretos para criarem um mundo de verdade, virtude e beleza.
 
E, a partir de então, tornou-se um poderoso e inesgotável manancial de Luz Divina, energia que lhe permitia obter o único método autêntico de cura. Contudo, só algum tempo depois, Deus lhe revelaria que essa desconhecida força em expansão, seria a Luz Divina, o JOHREI.
 
Em 15 de junho de1954, teve a revelação de Deus, ser o MESSIAS da ERA DO DIA. Sua luz vem do oriente para salvar toda a humanidade, com a missão de transformar o mundo em PARAISO TERRESTRE.
 
Se prestarmos atenção neste fato tão marcante em nossas vidas, vamos observar o grande amor de Deus, para escolher Meishu Sama como emissário de tão nobre tarefa, levar a Luz do Johrei a todos os povos. Para ministrar o Johrei não é preciso de anos de estudos apurados, nem de ciência quântica, nem de "dons espirituais" especiais, basta sermos outorgados por  um ponto focal de polarização da luz divina, chamado de Ohikari e tudo passa a funcionar magicamente e  você se transforma num curador, numa pessoa que faz a diferença na vida das pessoas que sofrem.
Para ser escolhido por Deus, creio que o principal virtude para isto, foi o grande amor que Meishu Sama sentia pela humanidade e ao mesmo tempo, Meishu Sama estava pronto.
 
Hoje, Meishu-Sama não escolhe os preparados, mas prepara e ensina  os escolhidos.
 
Paulo de Tarso diz  num trecho da Carta aos Coríntios...”Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.”
 
Inicialmente esse texto de Paulo enaltece a virtude do amor.
A palavra que Paulo escolheu para definir a virtude por ele enaltecida foi a palavra grega ágape, que foi traduzida como caridade para o português. Ágape em grego significa amor no sentido mais transcendente possível.
 
Ágape, portanto, pode ser traduzida para o português como caridade ou como amor transcendente, incondicional, diferentemente da palavra philia, que também significa amor em grego. Só que é um amor mais terreno, mais próximo da amizade, um amor de relacionamento. Ágape significava o amor mais transcendente. Comparando, metaforicamente,  philia é o amor na horizontal da vida; ágape é o amor no sentido vertical, que estabelece um contato direto com Deus.
 
Ágape é o amor que move a vontade na busca efetiva do Bem de outros, em uma identificação com o amor de Deus. Ágape é o desejo, em sua forma mais pura, pelo bem-estar de outras pessoas, gerando louvor e exaltação com o reconhecimento do valor dos outros. É o preenchimento de um Ser Humano com um elevado ideal ou dedicação.
 
Quando nós temos um ideal elevado que nos preenche e o bem do nosso próximo é esse grande ideal, nós desenvolvemos o pleno altruísmo. É o amor ao próximo no seu sentido mais elevado, que consiste em querermos para o próximo o mesmo que queremos para nós mesmos. Todos nós queremos ser felizes. O amor-ágape é esse desejo, de que todas as pessoas sejam felizes, como nós queremos nossa felicidade.
É a síntese de dois preceitos cristãos: amar ao próximo como a si mesmo e fazer aos outros aquilo que gostaria que fosse feito a si.
 
Jesus disse que se nós tivermos fé do tamanho de um grão de mostarda, nós poderemos dizer para uma montanha se transportar daqui para acolá e ela se transportará. É claro que esse versículo do Evangelho de Jesus não deve ser entendido ao pé da letra. Ele fala, na verdade, de montanhas de dificuldades, problemas que nós trazemos e não de uma montanha de granito.
Paulo usa essa passagem do Evangelho de Jesus e fala que, se nós tivermos toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, se não tivermos amor nada seremos. Qual o significado disso? A fé sem amor é morta em si mesma. A fé significa confiança. Uma pessoa que tem muita confiança em si mesma, mas não tem o amor direcionando essa confiança, pode usá-la contra ela mesma. Ela pode usar contra seu próximo.
É necessário que tenhamos fé, confiança, mas norteada pelo altruísmo para nos sintonizar com Deus.
 
A inveja é um sentimento egoísta extremamente infeliz. O invejoso, assim como o ciumento, está centrado nos outros, desejando o que os outros têm ou, como é mais comum, que os outros percam o que têm.
A maior parte das pessoas invejosas quer que os outros percam o que têm, motivo de sua inveja, para que se igualem a elas mesmas. O altruísmo não é invejoso e não é ciumento, porque a pessoa altruísta está centrada no ágape,  que não impõe condições.
 
A pessoa altruísta se rejubila quando alguém está bem, porque isso é a essência de querer todo o Bem ao próximo. A pessoa que realmente está alimentando o servir,  quer estar bem e, ao mesmo tempo, deseja que todos os demais estejam bem, juntamente com ela. Isso só é possível a partir desse ato de amor incondicional.
 
Após anos  buscando a essência de Meishu Sama, querendo entender como ele suportou tanto sofrimento, ou como ele mesmo diz: “ Ora em águas escaldantes mergulhei, ora em finas camadas de gelo pisei”. Descobri que Meishu Sama Era o Amor Pleno, ou ágape. Se fizermos um pequeno paralelo entre Paulo de Tarso e suas cartas, também veremos muitas semelhanças com Meishu  Sama e os ensinamentos divinos.
 
Vejo hoje muita gente se dizendo preparada para assumir uma missão maior, para tomar posse disso ou daquilo, mas em verdade, digo que são apenas surtos de vaidade e presunção. Não vão aguentar uma parcela mínima de aprimoramento. Está na hora de abrir o coração de forma correta e deixar que nossa partícula divina se manifeste em plenitude. Chegou a hora da nossa revelação pessoal, hora de nossa transição, hora de sair das trevas e enxergar a luz. O único caminho é deixar que o amor pleno se manifeste em nossa alma, assim como Meishu Sama se tornou o sacrário do Amor Pleno, ao se deixar ser conduzido pela vontade de nosso Deus Supremo.
Nosso ohikari é o sacrário da Luz Divina. E nós, somos sacrários de quem ou do que? Qual é a nossa essência?
 
Vamos nos posicionar. Vamos deixar de lado nossa arrogância, nossa presunção. Vamos realmente nos tornar sacrários de Meishu Sama, sendo a manifestação do Amor Pleno na salvação. Que nós saibamos ser bondosos e corteses, mas saibamos ser justos; que nós saibamos servir, mas também saibamos agradecer quando servidos; que possamos aprender a não julgar, para não sermos julgados por Deus; que possamos aprender a respeitar, para entendermos o que é respeito; que possamos aprender a enxergar a essência das pessoas e não o  nosso reflexo; que possamos aprender a amar, para podermos salvar e que possamos aprender quando estivermos ensinando.
 
Ser feliz não é viver apenas momentos de alegria. É ter coragem de enfrentar os momentos de tristeza e sabedoria para transformar os problemas em aprendizado.
 
Vou encerrar com um texto que um Ministro aqui do  Templo Arte do Johrei postou estes dias, numa conversa que tivemos sobre vários fatos que estão ocorrendo na Obra Divina. Com uma licença poética, me permiti uma pequena omissão, mas o restante se manteve intacto.
 
Obrigado Divino Mestre Meishu-Sama, pois a cada dia vemos que estamos no caminho certo (...), baseados nas graças que nossa Igreja e seus membros recebem diariamente, sendo assim posso dizer que estamos de acordo com a vontade de Meishu-Sama, líder e foco principal da fé messiânica promovida pela Arte do Johrei e assim nos tornarmos dignos do amor de Deus.
 
Divulgar, difundir e ensinar a respeito da Fé centralizada em Deus e Meishu-Sama, é para mim o alicerce da Doutrina na Arte do Johrei.
Através dos estudos dos ensinamentos e tudo que os cercam e orientam, traz ao encontro de todos como forma mais completa de filosofia de vida e fé,  com religiosidade.
 
Em todos os sentidos, psicológicos, social, sentimental, meio ambiente, conflitos em todos os sentidos, vida política , espiritual, doenças das mais variadas, matematicamente, resumindo a Doutrina messiânica preconizada pela Arte do Johrei atende todas as necessidades do ser humano, preparando e educando para a era do dia.
 
Hoje mais do que nunca a Arte do Johrei é uma escola de amor, fé, esperança e caridade, pois fez do Johrei a Arte do amor ao semelhante, respeitando o espaço de cada um, suas ideias, crenças e sonhos, vendo na diversidade um grande desafio e ao mesmo tempo um grande aprendizado.
 
Não somos melhores nem piores, somos apenas diferentes, sem críticas ou julgamentos e acima de tudo entendendo e respeitando as escolhas e o livre arbítrio de todos, sem nos vitimizar ou ao nosso próximo.
 
Boa missão a todos! Que nosso amor ágape se manifeste em plenitude através do encaminhamento, da assistência, do servir amplo.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
                                                Reverendo Dorgival     Hokan
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